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Torre do Castelo de
Montemor-o-Novo


Uma fotografia panorâmica da cidade


Uma das ruas tradicionais de Montemor


Igreja da Nossa Sra. da Visitação

A Cidade de Montemor-o-Novo

A cidade de Montemor-o-Novo sede de concelho sendo uma povoação de origem muito antiga, situava-se inicialmente na parte interior da muralha do Castelo, expandindo-se posteriormente pela encosta virada a norte, onde actualmente se localiza.

A vila foi fortificada pelos romanos e pelos mouros e depois reconquistada pelas forças cristãs no século XIII, mas do seu castelo no cimo da colina só restam ruínas.

Da presença árabe, o nome de um dos últimos príncipes ibéricos, Al-Mansur, é recordado no rio Almansor, que atravessa o concelho.

O concelho recebeu forais dos reis D. Sancho I (1203) e de D. Manuel (1503) e teve um importante papel no combate à ocupação castelhana (1580 - 1640) e durante as invasões francesas (início do séc. XIX).

A época do apogeu de Montemor-o-Novo foram os séculos XV e XVI, em que à prosperidade trazida pelo comércio se aliava o facto de a corte permanecer por largos períodos em Évora, o que tornava a vila palco frequente de acontecimentos políticos de relevo, com a realização de cortes e a permanência do rei no Paço dos Alcaides.

Em Montemor, em 1496, tomou D. Manuel I a decisão histórica de mandar descobrir o caminho marítimo para a Índia, durante os conselhos gerais que se realizaram na cidade. D. Sebastião deu-lhe, em 1563, o título de Vila Notável, atendendo a que era "lugar antigo e de grande povoação" cercada e enobrecida de igrejas, templos, mosteiros e de muitos outros edifícios e casas nobres". Pertencem a essa época algumas das mais importantes obras de arquitectura existentes na cidade, como a Misericórdia, os Conventos da Saudação, de S. Francisco e de Stº António, a Ermida de Nª Sr.ª da Visitação, o Hospital Velho e o portal da igreja de Stª Maria do Bispo.

A vila de Montemor-o-Novo foi berço de São João de Deus, nascido em 1495 e fundador da Ordem dos Irmãos Hospitaleiros, que desde então prosseguiu a obra de cuidar dos doentes e dos mais necessitados.

A passagem de Montemor-o-Novo a cidade, por decisão da Assembleia da República de 11 de Março de 1988, é outro dos factos importantes da história desta localidade.

Montemor-o-Novo é um dos maiores concelhos do país, um importante centro de produção de cortiça, cereais, azeite, gado e vinho.

 

Site: http://www.cm-montemornovo.pt/

 



A Praça de Touros de
Montemor-o-Novo

Montemor e a Tauromaquia

Terra de tradições seculares, Montemor-o-Novo não poderia deixar de ser uma terra de aficionados e pessoas ligadas à tauromaquia.

Chegou a ter duas Praças de Touros em actividade, a Praça dos Chãos de que era proprietário o Visconde da Amoreira da Torre e a actual Praça do Rossio inaugurada em 6 de Agosto de 1882, que foi restaurada em 1910.

Hoje em dia a época Tauromáquica é da responsabilidade da empresa “Montemor é Praça Cheia”, uma gestão cheia de aficion que coloca as corridas de Touros realizadas na cidade de Montemor como das mais importantes do calendário nacional.

Desde sempre terra de ganadeiros, cavaleiros e forcados, as lides de Simão da Veiga Jr., Luís Miguel da Veiga, as ganaderias de António José Teixeira, Infante da Câmara, Herdade de Pégoras, Gregório Oliveira a antiga ganaderia Simão Malta, hoje em dia com o nome de S. Torcato e o Grupo de Montemor colocaram bem alto o nome de Montemor na actividade dos Touros.

Uma Cidade cheia de tradições, mas sobretudo com um público fiel e aficionado que faz do espectáculo dos touros uma festa e ninguém estranha se no dia da corrida chegar à bilheteira e encontrar um cartaz a dizer “Lotação Esgotada”.
Montemor é Praça Cheia.

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